Instalação interativa, permite que o público faça desenhos utilizando LEDs infravermelhos sobre uma tela. Essas formas são mescladas em tempo real com uma segunda camada de imagem, gerada a partir de vídeos mixados ao vivo utilizando joysticks. O resultado é a projeção de imagens compostas por desenhos criados pelo público, cujas formas são preenchidas por imagens em movimento articuladas pelo VJ, criando uma dinâmica de co-criação visual em movimento.
O Surfluz foi desenvolvido inteiramente com softwares livres e é composto por três elementos interligados:
1 – O primeiro deles permite ao público desenhar em sua tela utilizando LEDs infravermelhos.
2 – Outro elemento é responsável por misturar vídeos em tempo real, utilizando um software de edição ao vivo, criando mais uma camada na imagem.
3 – O último elemento é um mixer de vídeo, que cuida da interação entre os produtos dos dois anteriores.
Surfluz pode funcionar como uma instalação, através da qual o público interage com os três elementos, ou pode ser montado como um instrumento em uma performance de VJing, seja ele manipulado pelo público ou por VJs.
Quando Surfluz é montada como instalação, utiliza o sistema operacional GNU/Linux, além dos softwares Linux Electronic Whiteboard, Processing e LiVES.
Veja seu funcionamento no vídeo a seguir:
* Para montagem da instalação apenas com tela (estrutura mínima). Não está incluído o material para montagem da estrutura que suporta a tela, para isso pode se aproveitar uma estrutura já existente ou utilizar diferentes materiais. Ao montar a ferramenta em festas deve-se tomar o cuidado de montar uma estrutura firme, pois é comum que o público chute a base da interface ou que se apoie nela.
** As dimensões da tela e do espelho podem variar, até o momento foi montada uma tela de 60 x 45 cm, com um espelho de 40 x 30 cm, à altura de aproximadamente 1 m.
*** Material de consumo, a quantidade pode variar.
As performances ocorreram nos seguintes locais:
- Brasília, Balaio Café, Dezembro/2008
- Salvador, Janeiro/2009
- São Paulo, Casa da Cultura Digital, Março/2010