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Posts com a tag openvideo

Revista Espírito Livre no.6

16 de setembro de 2009Comente!
Colaborei com um texto sobre Open Video na 6a. edição da revista Espírito Livre, cujo tema é edição de vídeo. Para fazer download em PDF, basta acessar o site da revista.
Revista Espírito Livre - Ed. #006 - Setembro 2009

vídeos introdutórios do LiVES

14 de setembro de 20091 comentário

Alguns vídeos introdutórios do LiVES disponíveis no YouTube:

Editor do Clipes
http://www.youtube.com/watch?v=wUWBjEYcfek

Editor do Clipes – edição em tempo real
http://www.youtube.com/watch?v=CRAFjQ9Jxuc

LiVES Multipista
http://www.youtube.com/watch?v=R7NwoCVQe8c

remix

13 de agosto de 2009Comente!

Cap. VI da lei 9610/98

Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:

VIII – a reprodução, em quaisquer obras, de pequenos trechos de obras preexistentes, de qualquer natureza, ou de obra integral, quando de artes plásticas, sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores.

Princípios do Open Video

21 de julho de 2009Comente!

Os princípios do ecosistema do Open Video são um mapa técnico para um futuro do vídeo mais descentralizado, diverso, competitivo, acessível, interoperável e inovativo. Nós visualizamos um uso de vídeo mais democrático e universal – assim como o texto e imagens são hoje em dia. Os princípios cobrem os seguintes tópicos:

  1. Autoria e visualização — As ferramentas de criação, edição e execução devem ser universais, fáceis de usar, acessíveis, e disponíveis em implementações livres e de código aberto.
  2. Padrões abertos para vídeo — Padrões de vídeo (formatos, codecs, metadados, etc.) devem ser abertos, interoperáveis e livres de royalties.
  3. Distribuição aberta — Plataformas de software devem suportar padrões e licenças livres. Redes devem se manter neutras.
  4. Cultura rica e participativa — Leis que governam a propriedade intelectual não devem desencorajar a cultura participativa. Por padrão, conteúdo de vídeo deve estar disponível sem barreiras tecnológicas ou limitações de acesso.
  5. Liberdades civis e direitos básicos — Pessoas devem ter o direito de participar em uma cultura democrática com privacidade, liberdade de expressão, termos de serviço não limitantes, e direito de difusão.

Traduzido de: http://openvideoconference.org/principles/

OVC: 2o. dia

24 de junho de 2009Comente!

Assim como no dia anterior, relato abaixo apenas os momentos que mais me marcaram no dia.

Comecei o último dia da Open Video Conference assistindo o painel “Industry Perspectives on Open Video” com representantes da Adobe, YouTube, blip.tv, e Boxee, onde falaram de como Open Video integra-se no trabalho das empresas às quais representam e quais são as possibilidades futuras ligadas a Open
Video nessas empresas.

Depois assisti Xeni Jardin, co-editora do Boing Boing e produtora do programa Boing Boing TV, falando sobre suas experiências recentes em Guatemala, onde diversos problemas políticos e sociais tem sido divulgados em redes sociais e outras mídias comunitárias. Ela também falou da nova interface do BB TV. Durante a apresentação, Xeni disse que eles utilizam músicas em Creative Commons (CC) para a trilha das matérias, bem como liberam seu conteúdo em CC.

Mais tarde assisti Tony Scott fazendo a apresentação do Purefold, uma série independente inspirada em Blade Runner. A proposta é que os episódios sejam construído colaborativamente com o público e que sejam lançados em CC.

O evento foi encerrado com uma videoconferência com Peter Sunde, do Pirate Bay, que começou com
Xeni Jardin do BB TV o entrevistando e depois abrindo para perguntas da platéia. Durante a entrevista, Peter falou de como foi criado o
Pirate Bay, sobre a cadeira no parlamento europeu e que estão movendo os servidores para um local que nem ele sabe onde fica (!).
Entre as perguntas da platéia que se destacaram estão:

– Você acredita que as gravadoras vão negociar com vocês? Cuja resposta foi: sim, daqui há alguns anos, quando elas não tiverem
mais opções.

– O que está acontecendo com o Pitabe Bay agora? Onde, na resposta, ele disse que em alguns dias seria feito um importante anúncio, do
qual ele não podia comentar.

– De onde veio o nome Pirate Bay? Cuja resposta foi: “não lembro”.

– Quanto do conteúdo do Pirate Bay está sob licenças livres? Quando ele respondeu que aproximadamente 70% era livre. Essa
última pergunta foi minha, fruto de uma discussão na comunidade brasileira de VJs, VJBR.
Peter estará no Brasil no FISL, que acontece entre 24 e 27 de junho.

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